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Qual gráfico é o correto para você?

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Você tem dados e tem perguntas. Você sabe que, em algum lugar, existe um gráfico onde você vai encontrar a resposta que está procurando, mas nem sempre é fácil saber qual é o melhor sem algumas tentativas e erros.

Este documento combina os gráficos apropriados com o tipo de dados que você está analisando e com as perguntas que deseja responder. Mas, ele não para por aí.

Colocar seus dados em gráficos estáticos e isolados limita o número e a profundidade das perguntas que você pode responder. Deixe sua análise se transformar no destaque da sua organização, usando-a para a incentivar a exploração. Combine gráficos relacionados. Adicione um mapa. Forneça filtros para explorar dados mais a fundo. O impacto? Uma visão imediata dos negócios e respostas a perguntas que realmente promovem tomadas de decisões.

Então, qual é o gráfico ideal para você? Transformar os seus dados em um painel ou visualização eficaz (qualquer tipo de gráfico) é a primeira etapa para fazer com que eles causem um grande impacto. Veja a seguir algumas das melhores práticas para a realização de análises visuais significativas:

Gráfico de barras

Gráficos de barras são uma das visualizações de dados mais comuns. Com eles, você pode destacar rapidamente as diferenças entre categorias, mostrar claramente tendências e exceções e revelar altos e baixos históricos em um piscar de olhos. Gráficos de barras são especialmente eficazes quando você possui dados que podem ser divididos em várias categorias.

Use gráficos de barras para:

  • Comparar dados entre categorias. Gráficos de barras são mais adequados para dados que podem ser divididos em vários grupos. Por exemplo, o volume de camisas de diferentes tamanhos, o tráfego de sites por referenciador e a porcentagem de despesas por departamento.

Dicas:

  • Inclua vários gráficos de barras em um painel. É muito mais fácil comparar vários gráficos de barras ao mesmo tempo do que tentar identificar padrões entre vários slides.
  • Adicione cores às barras para causar mais impacto. Cores acrescentam um identificador visual rápido que facilita comparações profundas.
  • Use barras empilhadas ou lado a lado. Gráficos de barras empilhadas e lado a lado permitem dividir ainda mais os dados, proporcionando mais profundidade às suas análises.
  • Combine gráficos de barras com mapas. Mapas são uma forma eficaz e intuitiva de visualizar dados. Usando mapas como filtros, os usuários podem abrir o detalhamento e encontrar respostas detalhadas.
  • Coloque barras em ambos os lados de um eixo. A plotagem de pontos de dados positivos e negativos ao longo do mesmo eixo destaca tendências e exceções.
  • Experimente análises de Pareto, combinando gráficos de barras com cálculos de tabelas. Use cálculos de tabelas para criar um gráfico de Pareto, mostrando o acúmulo de várias categorias.

Este gráfico de Pareto mostra que aproximadamente 20% de todas as vendas são provenientes do estado da Califórnia.

Neste exemplo, o gráfico de barras mostra rapidamente quando as taxas de inflação subiram e caíram. Na primeira metade do século, as quedas foram mais drásticas do que na história mais recente.

O Tableau é uma das melhores ferramentas que há para criar recursos visuais informativos e extremamente eficazes. Estamos usando o Tableau para fazer análises que exigem visualizações de dados sofisticadas para nos ajudar a contar as histórias que precisamos contar para nossa equipe de gerenciamento executivo.

Gráfico de linhas

O gráfico de linhas é outro método familiar de exibir dados. Ele conecta vários pontos de dados distintos, apresentando-os como uma evolução contínua. O resultado é uma maneira simples e direta de visualizar alterações em um valor em relação a outro.

Use gráficos de linhas para:

  • Exibir tendências em dados, geralmente ao longo do tempo. Gráficos de linhas são mais utilizados para mostrar um valor que evolui ao longo do tempo, mas não estão limitados a isso. Qualquer dimensão, como tipos de data, intervalos de tempo e outros dados comuns, pode ser usada como o eixo horizontal. Por exemplo, a variação no preço das ações em cinco anos, as visualizações de páginas de sites durante um mês e o crescimento da receita por trimestre.
  • Dicas:

    • Combine um gráfico de linhas com gráficos de barras. Gráficos de linhas combinam muito bem com gráficos de barras. Mostrar os dois tipos de informações no mesmo eixo acrescenta um poderoso contexto aos seus dados.
    • Use sombra na área sob as linhas. O sombreamento da área sob os gráficos de linhas fornece uma indicação visual imediata da quantidade e pode melhorar sua aparência. Quando o seu gráfico inclui várias linhas, use várias cores para informar ao usuário como cada linha contribui com o todo.

Esse gráfico de linhas mostra quais máquinas caça-níqueis têm a maior quantidade de vencedores e, ao mesmo tempo, também indica a sazonalidade.

Gráfico de pizza

Gráficos de pizza são muito eficientes para adicionar detalhes a outras visualizações. Por si só, um gráfico de pizza não dá ao usuário uma maneira de comparar informações com rapidez e precisão. Como o usuário precisa criar o contexto por conta própria, os pontos-chave dos seus dados ficam de fora. Em vez de fazer com que um gráfico de pizza seja o foco do seu painel, tente usá-lo para detalhar outras visualizações. Essa abordagem usa a simplicidade do gráfico de pizza para adicionar informações, sem desviar a atenção do quadro mais amplo.

Use gráficos de pizza:

  • Ao lado de outros gráficos. Um gráfico de pizza causa mais impacto quando usado para adicionar informações a outros tipos de gráficos.
  • Para detalhar outras visualizações. Essa abordagem usa a simplicidade do gráfico de pizza para adicionar informações e contexto, sem desviar a atenção do quadro mais amplo.
  • Dicas:

  • Limite as fatias da pizza. Se você tiver muitas proporções para comparar, o usuário talvez tenha problemas para entender o significado do gráfico. Da mesma forma, limite os painéis a um pequeno número total de gráficos de pizza.
  • Sobreponha pizzas nos mapas. Gráficos de pizza podem decompor ainda mais as tendências geográficas nos seus dados, criando uma visualização atraente.

Adicionar gráficos de pizza ao mapa permite que o usuário veja rapidamente como determinados estados estão lucrando com diferentes categorias de produtos.

Mapa

Mapas são a estratégia mais descomplicada para visualizar quaisquer tipos de informações de localização, sejam códigos postais, abreviações de estados, nomes de países ou a sua própria codificação geográfica personalizada. Eles destacam tendências geográficas em um formato que todo mundo conhece e compreende.

Use mapas para:

  • Exibir dados com codificação geográfica. Se você tem informações geográficas associadas aos seus dados, os mapas são uma maneira simples e convincente de mostrar como a localização se correlaciona com as tendências nos seus dados. Por exemplo, pedidos de indenização de seguros por estado, destinos de exportação de produtos por país, acidentes de carro por CEP e territórios de vendas personalizados.

Dicas:

  • Use um mapa como filtro para outros tipos de gráficos e tabelas. Um mapa fornece uma maneira intuitiva de detalhar seus dados. Os usuários podem ver tendências amplas em um piscar de olhos e usar ações de filtro para investigá-las mais a fundo.
  • Coloque pontos de dados em camada sobre os mapas. Marcas podem ser sobrepostas em um mapa para mostrar pontos de dados individuais com mais precisão. Tente variar o tamanho para acrescentar mais detalhes visuais à sua análise.

Leia Maps: The Power of Where (Mapas: o poder do “onde”), para saber mais sobre como o uso de mapas pode ajudar a tomar melhores decisões de negócios de forma eficaz.

Ao incluir uma camada mostrando a magnitude de um terremoto sobre o mapa, o usuário pode ver onde ocorrem os maiores terremotos.

Gráfico de dispersão

Gráficos de dispersão são uma maneira eficaz de dar uma ideia das tendências, concentrações e exceções que permitem investigar seus dados de forma fácil e em maior profundidade. Um gráfico de dispersão apresenta muitos pontos de dados distintos em um único gráfico. O gráfico pode então ser aprimorado com recursos analíticos, como análises de cluster ou linhas de tendências.

Use gráficos de dispersão para:

  • Investigar a relação entre diferentes variáveis. Gráficos de dispersão são usados para mostrar se uma variável é um bom instrumento de previsão de outra, ou se elas tendem a mudar de maneira independente. Esse tipo de gráfico serve facilmente para muitos tipos de análises. Por exemplo, a probabilidade de desenvolver câncer de pulmão entre homens e mulheres de diferentes idades, os padrões de compra de smartphones entre usuários por dentro e por fora das últimas novidades em tecnologia e os custos de envio de diferentes categorias de produtos para diferentes regiões do mundo.

Dicas:

  • Use análises de cluster para identificar segmentos. Análises de cluster agrupam pontos de dados em segmentos distintos, com base nas variáveis que você seleciona.
  • Use ações de destaque. Ao adicionar uma ação de destaque aos seus gráficos de dispersão, veja rapidamente quais pontos possuem atributos em comum, sem perder de vista o restante do conjunto de dados.
  • Use tipos de marca personalizados. Marcas personalizadas acrescentam uma rápida indicação visual ao seu gráfico, distinguindo claramente diferentes grupos de pontos.

Este gráfico de dispersão mostra uma comparação das vendas e dos lucros entre departamentos e permite a rápida visualização de qualquer exceção.

Gráfico de Gantt

Gráficos de Gantt são construídos propositadamente para ilustrar as datas de início e conclusão das etapas em um processo ou projeto. Um gráfico de Gantt mostra as etapas que precisam ser concluídas antes que outras possam começar, ou quais os recursos estão sendo reservados mais do que o necessário.

Porém, gráficos de Gantt não se limitam apenas a projetos: com esse tipo de gráfico, é possível representar quaisquer dados de série temporal. Tente usar um gráfico de Gantt para mostrar como foi o desempenho de um processo de várias etapas ao longo do tempo. Cores podem ser usadas para mostrar quais etapas apresentam desempenho acima ou abaixo da média.

Use gráficos de Gantt para:

  • Exibir um cronograma de projeto. Um gráfico da Gantt pode facilmente ilustrar os principais resultados, proprietários e prazos.
  • Mostrar alterações no uso ou nas atividades ao longo do tempo. Em um gráfico de Gantt, dados de séries temporais são apresentados em um formato natural e fácil de entender. Por exemplo, a duração do uso de uma máquina ou a disponibilidade dos jogadores em uma equipe.

Dicas:

  • Adicione cores. Alterar as cores das barras dentro no gráfico de Gantt informa rapidamente os usuários sobre os principais aspectos da variável em questão.
  • Combine mapas e outros tipos de gráficos com gráficos de Gantt. Incluir gráficos de Gantt em um painel com outros tipos de gráficos pode ajudar a correlacionar dados que, de outra forma, ficariam desconectados.

Usando esse gráfico de Gantt, a equipe sabe quais partes do conteúdo estão no prazo e quais estão ficando atrasadas.

Gráfico de bolhas

Embora as bolhas não sejam tecnicamente um tipo de visualização propriamente dito, usá-las como uma técnica agrega excelentes níveis de detalhes a gráficos de dispersão ou mapas. Variar o tamanho e a cor dos círculos cria gráficos visivelmente convincentes que apresentam grandes volumes de dados de uma só vez.

Use gráficos de bolha para:

  • Mostrar a relação entre três ou mais medidas. Bolhas podem adicionar mais detalhes ao tradicional gráfico de dois eixos, destacando a relação entre três ou mais variáveis, sem sobrecarregar o usuário.

Dicas:

  • Adicione cores. Cores podem adicionar mais dimensão a um gráfico de bolhas, criando um visual “pop” atraente.
  • Sobreponha bolhas nos mapas. Bolhas informam rapidamente um usuário sobre a concentração relativa dos dados. Usá-las como sobreposição coloca rapidamente dados geograficamente relacionados dentro do contexto para o usuário.

Neste exemplo, o gráfico de bolhas pode ser usado como filtro para o gráfico de linhas, para compreender melhor como foi o desempenho das vendas de um determinado produto ao longo do tempo.

Gráfico de histograma

Histogramas mostram como seus os dados são distribuídos em grupos distintos. Ao agrupar seus dados em categorias específicas (também conhecidas como “compartimentos”) e, em seguida, traçar o número de registros em uma categoria como uma barra vertical, você pode ver rapidamente em quais compartimentos a maioria dos seus dados se enquadra.

Use histogramas para:

  • Compreender a distribuição dos seus dados. O histograma é a sua melhor opção para visualizar como os dados se enquadram em categorias. Por exemplo, o número de clientes por tamanho da empresa, o desempenho dos alunos em um exame e a frequência de defeitos em um produto.

Dicas:

  • Teste diferentes agrupamentos de dados. Criar uma variedade de histogramas pode ajudar a determinar os agrupamentos de dados mais úteis.
  • Adicione cores para dividir ainda mais os compartimentos. Aplique cores às barras que representam cada grupo para mostrar um segundo conjunto de categorias no mesmo gráfico.

O histograma fornece uma decomposição da distribuição dos preços dos aluguéis nos Estados Unidos.

Gráfico de marcadores

Gráficos de marcadores mostram o progresso em relação a uma meta por meio da comparação de medidas. Essencialmente, um gráfico de marcadores é uma variação de um gráfico de barras. Projetado para substituir mostradores, medidores e termômetros em um painel, um gráfico de marcadores mostra mais informações e, ao mesmo tempo, usa menos espaço.

Use gráficos de marcadores para:

  • Comparar rapidamente uma métrica com uma meta. Um gráfico de marcadores mostra o desempenho de uma métrica em um único ponto no tempo. Como ele não mostra informações históricas, esse gráfico é mais adequado para visualizar o desempenho atual, e não para análises profundas.

Dicas:

  • Use cores para ilustrar limites de realização. Incluir cores como pano de fundo dá ao usuário outra referência para que ele compreenda melhor como o desempenho é medido em relação às metas. 

  • Adicione marcadores aos painéis para obter informações resumidas. Combinar marcadores com outros tipos de gráfico em um painel promove discussões produtivas sobre onde é necessário concentrar a atenção para atingir objetivos. 


Neste painel, o usuário pode ver que a região Central ainda não atingiu a quota. Usando o gráfico de marcadores como filtro para o mapa, o usuário pode ver onde há mais oportunidades de vendas.

Mapas de variações

Mapas de variações são uma ótima maneira de comparar dados entre duas ou mais categorias usando cores. Padrões orientam os usuários pelo gráfico, mostrando a eles rapidamente onde as interseções de categorias são mais fortes e mais fracas.

Use mapas de variações para:

  • Comparar dados categóricos usando cores. Mapas de variações são ideais para apresentar conjuntos de dados com muitas categorias. Esse tipo de gráfico pode conter centenas de comparações em uma pequena área e, ainda assim, ser fácil de compreender em poucos segundos. Por exemplo, avaliações da quota de vendas, despesas reais versus orçamento e espectros de desempenho (ótimo/bom/ruim).

Dicas:

  • Varie o tamanho dos quadrados. Alterar o tamanho dos quadrados acrescenta significado à análise visual do mapa de variações. Por exemplo, reduzir um quadrado cria um espaço em branco ao redor dele, tirando o foco do usuário e dirigindo sua atenção para outro lugar.

Descubra mais dicas para otimizar o layout do seu painel em Painéis: o que fazer e o que não fazer.

O mapa de variações dá ao usuário um rápido resumo mensal do desempenho de diferentes categorias de produtos, cada uma comparada com as demais.

“Um mapa de variações, que antes demorava mais de 40 horas de trabalho para ser construído, agora fica pronto em menos de um dia com o Tableau. É uma redução de quase 80%.”

Tabela de destaque

Tabelas de destaque colocam mapas de variações um patamar acima. Além de mostrarem como os dados se cruzam usando cores, essas tabelas exibem o número por célula, fornecendo detalhes adicionais.

Use tabelas de destaque para:

  • Chamar a atenção a informações detalhadas. Uma tabela de destaque usa cores para chamar a atenção do usuário e, ao mesmo tempo, ainda apresentar números precisos. Por exemplo, análises de segmentação do mercado-alvo, adoção de produtos entre regiões e clientes em potencial por representante individual.

Dicas:

  • Combine tabelas de destaque com outros tipos de gráfico. Por exemplo, a justaposição de um gráfico de linhas com uma tabela de destaque permite que um usuário tenha em mente as tendências gerais dos dados enquanto faz detalhamentos em seções cruzadas específicas de seu interesse.

A tabela de destaque chama a atenção para as maiores alterações percentuais na população por estado.

Mapas de árvore

Mapas de árvore relacionam diferentes segmentos dos seus dados com o todo. Aninhando retângulos dentro de outros, esses mapas mostram como pontos de dados individuais se encaixam em uma hierarquia. Como o nome do gráfico sugere, cada retângulo é subdividido em retângulos menores, ou sub-ramificações, com base na sua proporção com o todo. Eles utilizam o espaço de maneira eficiente para mostrar o total percentual de cada categoria.

Use mapas em árvore para:

  • Mostrar dados com vários níveis de categorização. Quando um conjunto de dados pode ser dividido de várias maneiras diferentes, um mapa de árvore pode ser a melhor maneira de mostrar em que categorias a maioria desses dados se encaixa. Por exemplo, o uso do armazenamento entre computadores, o gerenciamento do número e da prioridade de casos de suporte técnico e a comparação de orçamentos fiscais entre os anos.

Dicas:

  • Use cores nos retângulos por categoria Como mapas de variações são extremamente densos, as cores ajudam o usuário a diferenciar uma categoria da outra.
  • Combine mapas de árvore com gráficos de barras. Gráficos de barras cujo “preenchimento” é um mapa de árvore são uma maneira visualmente impressionante de detalhar dados. O gráfico de barras permite que o usuário compare rapidamente os itens com o comprimento da barra e, ao mesmo tempo, mostra a decomposição das categorias dentro de cada barra.

O uso do mapa de árvore dentro de cada barra permite que o usuário veja quais regiões tiveram o PIB mais alto em cada ano.

Gráfico de caixas estreitas

Gráficos caixas e traços, ou simplesmente gráficos de caixas estreitas, são uma maneira comum de mostrar distribuições de dados. O nome faz referência às duas partes do diagrama: a caixa, que contém a mediana dos dados alinhada aos 1º e 3º quartis (25% maiores e menores que a mediana), e as caixas estreitas, que normalmente representam dados até 1,5 vezes maiores que o intervalo entre quartis (a diferença entre os 1º e 3º quartis). As caixas estreitas também podem ser usadas para mostrar os pontos de máximos e mínimos dentro dos dados.

Use gráficos de caixas estreitas para:

  • Mostrar a distribuição de um conjunto de dados. Use gráficos de caixas estreitas para entender seus dados em um piscar de olhos. Veja como os dados são desviados em direção a uma das extremidades e identifique exceções que eles possam conter. Por exemplo, comparar resultados entre sites, analisar dados antes e depois de uma alteração de processo ou examinar dados de máquinas duplicadas que fabricam os mesmos produtos.

Dicas:

  • Oculte os pontos dentro da caixa. Isso ajuda um usuário a se concentrar nas exceções.
  • Compare gráficos de caixas entre dimensões categóricas. Gráficos de caixas são ótimos para permitir que você compare rapidamente distribuições entre conjuntos de dados.

Neste exemplo, o usuário pode ver rapidamente como a distribuição dos lucros mudou ao longo do tempo.

Gráfico de velas

Gráficos de velas são comumente usados para análises financeiras, mostrando métricas sobre um instrumento financeiro ao longo de um período de tempo. Esse tipo de gráfico mostra os valores de abertura, fechamento, altos e baixos do instrumento ao longo do tempo, em um formato fácil de compreender.

Use gráficos de velas para:

  • Mostrar dados financeiros. Um gráfico de velas é um tipo de gráfico avançado, destinado especificamente a análises financeiras. Embora ele se pareça com um gráfico de caixas estreitas, esses dois gráficos não têm o mesmo significado.
  • Dicas:

    • Apresente vários gráficos de velas separados. Tentar criar camadas para muitos pontos de dados em um único gráfico pode causar confusão e dificuldades de navegação. Criar distinções claras ajuda o usuário a analisar os gráficos individualmente.
    • Use ações de destaque para correlacionar os dados. Pode ser difícil acompanhar dados de séries de tempo. Ações de destaque permitem que um usuário se concentre em uma única data e, ao mesmo tempo, ainda consiga ver as informações históricas no restante do gráfico.

Gráficos de velas permitem realizar análises de preços e volatilidade em uma única exibição. Neste exemplo, é possível acompanhar os preços das ações da Coca-cola ou da Pepsi em uma única exibição compacta.

Sobre os autores: 

Tracy Rodgers

Gerente de marketing de produtos

Robert Bloom

Engenheiro do Tableau

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