Programa Alimentar Mundial cresce 12 vezes em 24 meses com o Tableau Blueprint


O Programa Alimentar Mundial (PAM) é uma organização humanitária líder que trabalha com as comunidades para melhorar a nutrição, desenvolver a capacidade de adaptação e prestar assistência alimentar em situações de emergência. No último ano, o PAM ofereceu assistência a 91,4 milhões de pessoas em 83 países.

O PAM começou a usar o Tableau graças a uma contribuição feita em parceria com a Tableau Foundation. O uso inicial do Tableau ajudou a unidade de Análise e Mapeamento de Vulnerabilidades, uma rede de 250 analistas ao redor do mundo que coletam, gerenciam e analisam dados de diversas fontes, trabalhando diretamente com governos nacionais, parceiros da ONU e ONGs. Com o Tableau, os analistas podem identificar populações com carência alimentar para combater a fome. Conforme mais pessoas começaram a se interessar pela parceria e pela análise de dados, a comunidade do Tableau do PAM floresceu, superando a marca de 3 mil usuários.

A equipe de dados do PAM percebeu que precisava impulsionar o sucesso das equipes com uma estratégia formal de governança para viabilizar e estimular o crescimento futuro. “Tivemos um grande crescimento orgânico e queríamos incorporar a governança, mas não tínhamos uma ideia clara dos diferentes componentes que deveriam fazer parte dessa estrutura”, comentou Prianka Nandy, diretora de dados e análise do Programa Alimentar Mundial.

Para ampliar, aprofundar e escalonar o uso dos dados, o Programa Alimentar Mundial usou o Tableau Blueprint como um guia no processo de desenvolvimento de recursos que ajudaram a criar uma cultura de dados em toda a organização.

Aumentando a agilidade com estratégia de dados e governança de conteúdo

A equipe de análise do PAM começou com o que chamou de “renovação de servidor”, concentrando-se no
gerenciamento de conteúdo em seu ambiente do Tableau Server. Devido ao rápido crescimento (o tamanho da implantação aumentou 12 vezes em 24 meses), havia uma grande quantidade de painéis publicados no Tableau Server do programa, mas faltava organização, o que dificultava a descoberta de conteúdo. Isso também gerava muito trabalho desnecessário, pois as pessoas acabavam recriando painéis e fontes de dados que já existiam para atender finalidades específicas.

“Descobrimos que algumas pessoas estavam publicando várias versões da mesma fonte de dados, então decidimos consolidar o conteúdo para trazer um pouco de ordem ao caos”, comentou Prianka.

A equipe decidiu criar um ambiente de teste para que os administradores pudessem monitorar o conteúdo do servidor e os usuários pudessem saber com exatidão quais produtos estão prontos para uso. Para isso, foi feito o acompanhamento de conteúdos de alta visibilidade, de modo que eles pudessem ser certificados para uso global ou sinalizados para remoção caso não fossem mais relevantes.

O Tableau Blueprint ajudou a equipe a estruturar algumas das perguntas que os funcionários estavam fazendo sobre o acesso aos dados, como “onde estão os dados de que preciso?” ou “por que não posso acessar esta fonte de dados?”. A estrutura de governança do Tableau Blueprint ajudou a equipe a identificar problemas em sua estratégia de dados, principalmente nas áreas de qualidade de dados e gerenciamento de conteúdo. Agora ela entende as etapas que precisa seguir para garantir que os dados sejam sempre atuais e confiáveis e sejam usados de forma responsável em toda a organização. Tudo isso aconteceu em um bom momento, já que o PAM está lançando uma nova estratégia de dados no mês de novembro que ajudará a organização a aumentar o volume de dados disponível para análise.

“Neste momento, estamos tornando os dados um ativo mais impactante na organização, revolucionando nossa forma de usar os dados internamente”, contou Prianka. “Antes, encarávamos cada processo de forma linear, mas o Tableau Blueprint mudou nossa perspectiva e nos ajudou a ver que os processos devem ser conduzidos paralelamente.”

Como parte dessas discussões estratégicas, a organização conseguiu definir claramente as funções e responsabilidades, principalmente nas áreas de governança e gerenciamento de servidores. Ela também descobriu que precisava de mais funcionários para executar seu plano e ajudar a disseminar práticas recomendadas no futuro.

“O Tableau Blueprint nos ajudou a identificar a necessidade de novos funcionários para assumir a governança e ajudar com a grande mudança na configuração de servidores de que precisávamos, incluindo o treinamento de novos usuários/administradores e o processo de publicação e certificação de fontes de dados. A falta de conhecimento nessa área tem gerado um número enorme de tíquetes de suporte que poderiam ser evitados e está impactando muito nosso trabalho diário”, explicou Prianka.

Neste momento, estamos tornando os dados um ativo mais impactante na organização, revolucionando nossa forma de usar os dados internamente. Antes, encarávamos cada processo de forma linear, mas o Tableau Blueprint mudou nossa perspectiva e nos ajudou a ver que os processos devem ser conduzidos paralelamente.

Impulsionando o engajamento da comunidade

Quando começou a usar o Tableau em campo com sua unidade de Análise e Mapeamento de Vulnerabilidades, o PAM já tinha uma base sólida de engajamento da comunidade. Por exemplo, a equipe havia colaborado com Mestres Zen do Tableau para criar uma “Semana de dados” com o objetivo de estimular o aprendizado e o compartilhamento de práticas recomendadas de análise de dados. Porém, antes disso, a comunidade era em grande parte orgânica, crescendo por meio de relacionamentos interpessoais de mentoria.

Com o Tableau Blueprint, a equipe identificou uma oportunidade de canalizar o potencial dessa comunidade orgânica para criar um programa mais estruturado. Para começar, o foco foram os usuários internos, ou seja, entender quem usa o produto e quem precisa de mais apoio. Para isso, foi estabelecido um grupo de defensores do Tableau responsável por promover o produto em nome do grupo mais amplo de usuários da organização. O Tableau Blueprint funcionou como um ponto de partida para essas conversas, permitindo que a equipe traçasse os objetivos de cada uma das iniciativas necessárias da comunidade.

“O Tableau Blueprint tem um capítulo sobre comunidade que apresenta exemplos específicos de atividades que você pode iniciar, bem como formas de engajar sua base de usuários”, afirmou Maria Christina, chefe de arquitetura de dados.

Aumentando a proficiência em análise com treinamentos internos

A equipe de análise do Programa Alimentar Mundial decidiu usar a base sólida de sua comunidade para dar início a um programa de treinamento para os funcionários. Devido a seu foco no gerenciamento de conteúdo, o PAM liderou os treinamentos sobre esse tópico. Depois de apenas algumas sessões de treinamento, a equipe já observou um aumento no envolvimento dos usuários e agora está planejando novas sessões para ajudar publicadores e líderes de projeto a entender melhor o papel que desempenham na integridade do servidor. Um dos tópicos planejados para essas sessões é como publicar um painel no Tableau Server, incluindo detalhes sobre permissões, como usar espaços de teste e como certificar uma exibição para uso mais amplo.

Atividades de engajamento da comunidade continuam despertando novas ideias de tópicos de treinamento. Maria explicou como “o treinamento está gerando engajamento, e o engajamento está gerando novas ideias de treinamento. Nesse sentido, o processo tem sido bastante circular. Esse crescimento tem uma reação em cadeia e faz nossa estratégia progredir.”

O Tableau Blueprint nos ajudou a identificar a necessidade de novos funcionários para assumir a governança e ajudar com a grande mudança na configuração de servidores de que precisávamos, incluindo o treinamento de novos usuários/administradores e o processo de publicação e certificação de fontes de dados.

Planejando o futuro

À medida que trabalha no planejamento futuro, a equipe pretende usar o Tableau Blueprint como um guia para decisões de estratégia e contratação de funcionários, bem como para manter todos alinhados conforme novas conversas são iniciadas sobre investimentos adicionais em tecnologia.

“Tenho a sensação de que nosso ciclo de crescimento continuará se renovando. Veremos cada ramificação do mapa de pontos do Tableau Blueprint se desenvolver por conta própria. Ao mesmo tempo, estamos fazendo todo o possível para não perder de vista os objetivos principais”, comentou Maria.

O próximo passo da jornada do PAM é avaliar todas as suas fontes de dados para eliminar silos e priorizar a qualidade dos dados. Também há muito trabalho a fazer em termos de governança de fontes de dados individuais, bem como para equilibrar a necessidade de business intelligence de autoatendimento.

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