Três mudanças de paradigma relacionadas ao business intelligence móvel


Visão geral | O que você aprenderá: 

O acesso imediato aos dados mudou o nosso estilo de vida. Pense no volume de informação que consumimos enquanto esperamos na fila de um café. Podemos conferir placares de jogos, e-mails e centenas de fontes de notícias. E, na maioria das vezes, não só consumimos passivamente essas informações, nós também interagimos com elas. Atualizamos nossas contas do Twitter ou do Tumblr em segundos. Respondemos a e-mails e mensagens de texto em qualquer lugar. É muito diferente do fluxo unilateral de informações dos jornais e da televisão. A tecnologia móvel é uma via de mão dupla,

e o business intelligence não é exceção. As pessoas precisam da velocidade e da conveniência dos dados comerciais acionáveis onde quer que estejam. No entanto, apesar das vantagens inerentes ao BI e de já termos um ecossistema maduro de tecnologia móvel, ainda estamos engatinhando no que diz respeito ao BI móvel. Segundo o estudo “Wisdom of Crowds: Mobile Computing/Mobile Business Intelligence Market Study” (Sabedoria das massas: estudo sobre o mercado de computação/business intelligence móvel), da Dresner Advisory Services, a penetração do business intelligence móvel ainda é modesta: 20% dos entrevistados dizem não usar nenhum tipo de recurso móvel e mais de 60% das organizações informaram que 10% ou menos de seus usuários têm acesso ao BI móvel. Este whitepaper desmitifica os conceitos equivocados sobre o tema e apresenta três mudanças de paradigma para que você se beneficie ao máximo do BI móvel.

Neste whitepaper, você aprenderá sobre:

  • Importantes casos de uso de BI móvel
  • Como os usuários acessam e interagem com os dados de qualquer lugar
  • Práticas recomendadas para a criação de painéis para dispositivos móveis

Também separamos as páginas iniciais do relatório para você ler. Baixe o PDF à direita para ler o restante do documento.


A oportunidade

O acesso imediato aos dados mudou o nosso estilo de vida. Pense no volume de informação que consumimos enquanto esperamos na fila de um café. Podemos conferir placares de jogos, e-mails e centenas de fontes de notícias. E, na maioria das vezes, não só consumimos passivamente essas informações, nós também interagimos com elas. Compartilhamos notícias no Facebook e, enquanto estamos por lá, aproveitamos para rir um pouco ou ajudar nossos amigos. Atualizamos nossas contas do Twitter ou do Tumblr em segundos. Respondemos a e-mails e mensagens de texto em qualquer lugar. É muito diferente do fluxo unilateral de informações dos jornais e da televisão. A tecnologia móvel é uma via de mão dupla,

e o business intelligence não é exceção. As pessoas precisam da velocidade e da conveniência dos dados comerciais acionáveis onde quer que estejam. No entanto, apesar das vantagens inerentes ao BI e de já termos um ecossistema maduro de tecnologia móvel, ainda estamos engatinhando no que diz respeito ao BI móvel. Segundo o estudo “Wisdom of Crowds: Mobile Computing/Mobile Business Intelligence Market Study” (Sabedoria das massas: estudo sobre o mercado de computação/business intelligence móvel), da Dresner Advisory Services, a penetração do business intelligence móvel ainda é modesta: 20% dos entrevistados dizem não usar nenhum tipo de recurso móvel e mais de 60% das organizações informaram que 10% ou menos de seus usuários têm acesso ao BI móvel. Apesar de haver empresas inovadoras que já adotaram plenamente o BI móvel, muitas delas estão apenas começando a fazê-lo ou nem isso.

Então, por que os índices de adoção do BI móvel variam tanto? Algumas pessoas veem a implementação global do BI móvel em suas empresas como uma iniciativa cara e fadada ao fracasso. Outras empresas, especialmente aquelas limitadas por métodos de BI antigos, vêm tendo muitas dificuldades com as análises em si, de modo que adotar o BI móvel não é uma prioridade.

Felizmente, um planejamento adequado e metas bem definidas podem facilitar bastante a migração para o BI móvel. Mas antes de as empresas implementarem uma estratégia de BI móvel, elas precisam mudar sua forma de pensar. Estes são os três paradigmas que vêm ajudando empresas a adotar o BI móvel.

Mudança de paradigma 1: entendendo o contexto

Com nossos smartphones, nos acostumamos à agilidade e à conveniência. Não queremos carregar um laptop ou tablet se não for necessário, nem queremos ficar presos ao escritório. Onde estivermos, seja em um restaurante, em um café, no saguão do hotel ou no avião, queremos ter acesso imediato aos dados de que precisamos. Cada vez mais pessoas estão trabalhando de casa ou viajando para fazer negócios. Para elas, ter acesso rápido e confiável aos dados é uma necessidade, não um luxo.

O aumento dos recursos oferecidos pelos smartphones e as soluções de análise de autoatendimento tornaram tudo isso possível. Por exemplo, na Coca-Cola Bottling Company Consolidated, a equipe de vendas está equipada com dispositivos móveis que fornecem acesso aos dados necessários para fechar negócios.

Não faz muito tempo, os hardwares e softwares disponíveis não permitiam que o vendedor acessasse os dados de vendas imediatamente durante uma reunião com o cliente fora do escritório. Agora, essa velocidade de resposta está se tornando a regra.

Os executivos também são usuários frequentes da análise móvel. Segundo o “Mobile Business Intelligence Market Study” (Estudo do mercado de business intelligence móvel), da Dresner, os executivos são o principal público-alvo das implantações de BI móvel. Assim como os vendedores precisam ter acesso aos dados de vendas quando estão em trânsito, os executivos precisam saber como a empresa está se saindo de onde estiverem. Mas esse acesso aos dados não deve estar limitado apenas à equipe de vendas ou à diretoria executiva. Qualquer pessoa que precise de flexibilidade e de uma visão holística vai precisar de recursos móveis mais cedo ou mais tarde.

Com a análise de autoatendimento permitindo que profissionais de todas as áreas sejam analistas de dados, um número cada vez maior de pessoas espera que as soluções de BI se expandam para o universo móvel e que possam ser usadas nos dispositivos de sua preferência. A versão móvel deve estar integrada à solução de BI existente, para que não seja necessário implementar um sistema paralelo para o BI móvel ou contratar desenvolvedores de plataformas móveis para criar um fluxo de trabalho personalizado.

Quer saber mais? Baixe o restante do whitepaper!

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